
Quem disse que o desejo, sexualidade e deboche não podem ser temas de livro?
Ao menos foram com essas propostas que os pesquisadores Claudio Bertolli Filho e Muriel Emídio do Amaral lançaram uma coletânea de textos sobre um dos períodos mais salientes da história do cinema brasileiro: a Pornochanchada.
“A nossa intenção partiu do interesse de desmistificar que determinados assuntos não podem ser objetos de pesquisa ou interesse científico”, alega Bertolli, professor e pesquisador da Universidade Estadual Paulista (Unesp).




