Doze das 26 ambulâncias do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Ribeirão Preto que deveriam estar prestando socorro a pacientes acidentados e doentes em situação de urgência e emergência estão paradas, algumas delas desde dezembro do ano passado.
Das 12, 11 estão sendo consertadas ou esperando autorização para conserto em duas oficinas mecânicas da região. Outra, uma viatura Zero km, está sem rodar desde janeiro por falta de documentação e seguro.
A média diária de chamados que o órgão recebe na cidade é de 145. Com a falta de viaturas, o atendimento passou a ficar sobrecarregado, já que cada ambulância em atividade socorre em média 12 pacientes/dia, equivalente a um atendimento a cada 2 horas ininterruptas.
É computado nesse prazo desde o momento que a equipe recebe o chamado, à ida ao local, estabilização do paciente e transporte dele a um hospital. Vale lembrar que a equipe do Samu só pode deixar o hospital, após o paciente ser recebido por um médico.




