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Praça em pleno Centro vira verdadeira “cracolândia” e moradores se sentem ameaçados

Problema se junta aos focos de favela que estão se espalhando por várias regiões de Franca

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Problema se junta aos focos de favela que estão se espalhando por várias regiões de Franca

A região central de Franca tem se tornado uma verdadeira “cracolândia”. Moradores de rua e usuários de entorpecentes e álcool têm ocupado cada vez mais espaço no entorno da Praça Nossa Senhora da Conceição.

Mesmo durante o dia, é comum a circulação de andarilhos e o consumo de drogas na citada praça, na Praça Barão e, um pouco mais distante, na pracinha do cemitério da Saudade. Neste ponto, especificamente, a situação está descontrolada.

Moradores vizinhos têm relatado cenas chocantes, como a de andarilhos e viciados defecando e urinando na porta das residências e estabelecimentos comerciais.

À noite, a coisa fica mais sombria, porque se soma a presença de traficantes e marginais, que promovem furtos, danos e ameaças a quem transita nas cercanias. Vizinhos relatam que perderam o gosto de sair de casa por essa razão.

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O que chama a atenção, tanto quanto a “ocupação” dos espaços públicos é a aparente tranquilidade com que o município tem tratado essa questão, mais especificamente a secretária de Ação Social, Gislene Nunes.

Não se vê declarações da chefe da pasta sobre as ações e consequências que a situação tem causado.

Gislaine se limita, ao que parece, a se dedicar a ações de acolhimento das pessoas de situação de rua e à aposta no Centro Pop.

E não para por aí. Matéria do Jornal da Franca desta semana relata vários inícios de favelas em Franca, como na Avenida William Azzuz, nas proximidades do “puxa faca”, onde vários barracos se acumulam.

Também vive situação semelhante a Estação, com dezenas de pessoas vivendo à margem das mínimas condições humanas, e nas duas extremidades sob o viaduto “Dona Quita”.

Apesar da matéria e da repercussão gerada, Gislaine Nunes não deu uma declaração pública sequer.

Enquanto isso, essas pessoas seguem vivendo em condição subumanas e a população, que é quem paga a conta, continua capitalizando os problemas por isso causados.