
Há muitas pesquisas de diversos lugares do mundo sobre a participação feminina no empreendedorismo e no comando das empresas. Independente das instituições de pesquisas que fazem estes estudos, todos comprovaram que qualquer ambiente rico em diversidade, seja de nacionalidade, religião, raça ou, neste caso, gênero, só tem a ganhar. Tanto em qualidade na sociabilidade entre os colaboradores quanto no lucro.
De acordo com a última pesquisa realizada pelo SEBRAE em parceria com o IBQP, os empreendedores iniciais brasileiros (negócios que tem até 42 meses de existência) estão com uma diferença mínima no que tange ao gênero – uma diferença de 1,4 p.p entre homens e mulheres – outro dado interessante nesta pesquisa é que o Brasil está a frente em número de mulheres que resolvem empreender quando comparado com países que pressupomos uma igualdade maior de gênero. Como EUA e Alemanha. Ambos apresentaram respectivamente 9,2% e 3,3% de mulheres com negócio próprio. Já no Brasil a porcentagem é de 20,3%.




