
Especialistas começam a discutir razões do surgimento da geração “nem nem”. (Foto: Walter Campanato – Agência Brasil)
Dados da segunda edição do Atlas da Juventude apontam que a pandemia afetou especialmente os mais jovens.
Houve crescimento considerável dos chamados jovens “nem-nem”, ou seja, daqueles que não estudam ou trabalham.
De 10% dessa população, em 2020, saltou, em 2021, para 16%.




