Hoje, o modelo econômico adotado por grande parte das prefeituras joga todos os custos para a tarifa cobrada dos passageiros.
A drástica redução no número de usuários de transporte público no Brasil torna necessária e irreversível a discussão de subsídios diretos ao setor.
A afirmação está em um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do Governo Federal, divulgado pelo Estadão/Broadcast e reproduzido por outros portais, como o Terra.
Hoje, o modelo econômico adotado por grande parte das prefeituras joga todos os custos para a tarifa cobrada dos passageiros.
Ou seja: o passageiro paga a passagem, a empresa recebe e a Prefeitura apenas administra o sistema.




