Cada vez mais, as mulheres têm praticado artes marciais em Franca como forma de melhorar a condição física, mas também de se defender em eventuais situações perigosas. Elas se dedicam a modalidades como muai tay e jiu jitsu e aprendem e enfrentar, se necessário, agressores em potencial, mesmo estando desarmadas.
E a procura é variável, tendo mulheres de diferentes idades, profissões, formação e compleição física. A prática de artes marciais, dizem os professores, independe da estatura ou da força de quem pratica.
É o caso da vendedora Mônica Fátima Guidoti, que começou, há quatro anos, a praticar artes marciais para se defender. Sua escolha foi pelo caratê e a decisão aconteceu após tentarem abusar sexualmente de uma amiga. “A força de um homem é maior, mas com a técnica é possível reverter uma situação de desvantagem”, disse.
Entre as modalidades mais praticadas pelas francanas estão o muay tai, taekwondô, caratê, jiu jitsu e judô. E muitas começam desde muito cedo – no caso pela preocupação dos pais com a autodefesa. Marina Gonçalves é um exemplo, começou no judô aos oito e não parou mais. Hoje, aos 11, se diz muito segura devido ao que aprendeu.




