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Da Deficiência à Eficiência; obra francana coloca em pauta a inclusão e seus efeitos

Como todo cidadão, a pessoa com deficiência tem que ser acolhida em ambientes próprios para as suas necessidades

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Literatura
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Como todo cidadão, a pessoa com deficiência tem que ser acolhida em ambientes próprios para as suas necessidades, segundo autor, Acir Matos Gomes

Colocar em discussão e fazer uma análise retórica e jurídica da lei de inclusão e seus efeitos persuasivos.

Este é o objetivo da obra literária Da Deficiência à Eficiência, do autor e advogado francano Acir de Matos Gomes.

Vice-presidente da OAB Subseção de Franca, Acir é conhecido por sua luta nas causas humanistas e a sensibilidade com o interesse dos segmentos considerados “minoritários”.

O autor, que também já publicou outras duas obras falando sobre união homoafetiva e a Lei Maria da Penha, fala a respeito desta obra e reafirma a necessidade de se debater o tema.

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“Apesar do aspecto teórico, mantive a simplicidade para que todos os leitores compreendam e tenham acesso ao Direito e à Retórica, tão impactantes em nossa sociedade”, afirmou Acir.

O advogado afirma que a argumentação do livro é toda baseada em elementos persuasivos para se compreenda a necessidade de se debater e trabalhar pela inclusão.

“A pessoa com deficiência não é um ser vergonhoso, monstruoso, e por ser humana, como todas as outras, tem que ser reconhecida a sua dignidade”, disse Acir.

Adaptação

Como todo cidadão, a pessoa com deficiência tem que ser acolhida em ambientes próprios para as suas necessidades.

“Entendo que a pessoa com deficiência deve ser incluída em todos os ambientes e esses devem se ajustar para inclui-la. Até por isso faço questão de dividir, no livro, que aborda também um pouco de conhecimento das APAES”, afirmou.

Gorete

Outro ponto interessante do livro é a elaboração da artista plástica Maria Gorete Chagas, que é a responsável pela elaboração do texto da orelha. Autoridade no assunto, ela supera a sua deficiência pintando quadros com os pés.

“Muito relevante a participação dessa pessoa fantástica, símbolo no combate à limitação por uma deficiência e também ao preconceito”, concluiu Acir.