Em meio ao aumento generalizado da pobreza no Brasil, a disparada no preço da energia elétrica vem penalizando principalmente a população de menor renda, que não possui margem de manobra para cortes no orçamento familiar.
Dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão do Governo Federal, ajudam a dar a dimensão do quanto esses impactos são diferentes.
O peso da alta da conta de energia no bolso das famílias mais pobres é três vezes e meia maior do que o impacto para as famílias de maior renda.
De acordo com cálculo do instituto, para as famílias de renda muito baixa, a alta da energia elétrica representou 6,9% da variação de preços neste ano.




