Os dados do Procon de São Paulo sobre os custos da cesta básica na capital paulista mostram que, nos últimos três anos, o salário mínimo foi corroído pela elevação dos preços dos produtos.
Em agosto de 2021 só sobraram R$ 23 no bolso do trabalhador após a compra dos itens essenciais de consumo.
Em 31 de agosto de 2018, há pouco mais de três anos, portanto, o salário mínimo da época, de R$ 954, permitia ao paulistano que recebia apenas o piso nacional levar a cesta básica de R$ 698,77 e receber um troco de R$ 255.



