Engenheiros da Sabesp olham para o nível da água e esperam ver nuvens refletidas – o que não tem sido possível
Com alguns olhares nas nuvens, outros olhares nos mapas meteorológicos e outros olhares nas imagens de satélite, a Sabesp trabalha com a caótica realidade dos minguados cursos de água e da quase inexistente vazão das nascentes.
E os sinais que vê não são animadores. Por isso, a empresa que abastece Franca depende essencialmente da economia que a população faz do consumo de água.
O cenário atual é desolador, na medida em que não há previsão de chuvas caudalosas para interferir na recuperação dos mananciais em curto prazo.
Dentre as variáveis para o abastecimento de água em Franca, a Sabesp tem poucas opções e, diante da situação, a mais forte delas é apertar ainda mais o racionamento.




