Em somente cinco meses de governo, o prefeito Gilson de Souza (DEM) já ficou exposto de forma inconveniente em pelo menos três situações, apresentando projetos na Câmara Municipal e depois tendo de recuar em razão de erros legais ou inconsistências nas matérias.
O primeiro caso foi ainda em janeiro. Gilson – representado pelo então secretário de Finanças, Sebastião Ananias – enviou projeto para os vereadores com a reestruturação dos cargos de servidores comissionados.
Porém, havia erros no contexto e até na redação, que obrigaram a gestão a recuar e retirar a medida. Passados quatro meses, um novo projeto ainda não foi concluído.
Pouco depois, em fevereiro, Gilson enviou à Câmara, em regime de urgência, projeto modificando as regras dos repasses para as escolas de samba, flexibilizando as exigências para a realização dos repasses.




