Uma das pioneiras no Brasil, Franca pode ser considerada privilegiada por ter quase 100% de esgotos tratados
A falta de acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário resultaram em 2.734 óbitos durante o ano de 2019.
Isso dá uma média de 7,4 mortes por dia no Brasil por falta de saneamento básico.
Em meio ao maior desafio de saúde pública do Brasil, provocado pela pandemia do novo coronavírus, ainda há outro desafio histórico a ser vencido e que leva pessoas aos hospitais diariamente: a falta de saneamento básico.
Quase 35 milhões de pessoas vivem em locais sem acesso à água tratada, 100 milhões de pessoas sem acesso à coleta de esgoto e somente 49% dos esgotos no país são tratados, conforme apontam os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), 2019.
Se não bastassem os números ruins, mesmo um ano antes da Covid-19 começar no Brasil, a ausência de saneamento básico já sobrecarregava o sistema de saúde.




