Pequenos negócios encontram dificuldade de se manterem abertos com alta dos preços
O aumento no preço de insumos e mercadorias, seguido pela alta dos combustíveis, aluguéis e energia elétrica são os principais fatores que mais pressionam os pequenos negócios no país, segundo o Sebrae.
A entidade produziu um levantamento e nele, 37% das empresas do país afirmam que o aumento no preço de insumos e mercadorias é o principal fator que mais pressiona o seu negócio, seguido pela alta dos combustíveis (26%), aluguéis (14%) e energia elétrica (11%).
Diante do cenário atual, empreendedores do Rio de Janeiro, por exemplo, acreditam que economia só voltará ao normal em dezembro de 2022, ou seja, às vésperas de 2023. Cerca de 47% das empresas seguem com dificuldades para manter o negócio no estado.




