O prefeito Gilson de Souza (DEM) sofreu um derrota na sessão de terça-feira na Câmara dos Vereadores.
Ele queria a aprovação de um projeto de lei que mudaria as regras de parcelamento de solo no município, mas houve o adiamento por três sessões.
A aprovação do projeto permitirá que uma construtora faça um conjunto habitacional voltado para um público com renda maior que do da faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida, que vai até dois salários mínimos.
No caso, os beneficiados poderão ter renda de até R$ 2,6 mil.
Mas o que poderá emperrar o projeto e até causar sua rejeição é o fato de ter havido um grande empenho do Executivo em apresentar o projeto e apressar sua tramitação por ser o empreendimento particular e não haver vínculos com qualquer programa social.
A Câmara deverá cobrar outros pontos do Poder Executivo, como a realização de uma audiência pública, o que seria obrigatório para este tipo de projeto de lei.
Além dessas dúvidas que pairam, a natural oposição que vem ganhando corpo contra Gilson também poderá pesar para novos adiamentos ou até rejeição do projeto.



