Com o aumento mais forte no emprego sem carteira, a taxa de informalidade subiu para 41,1% da população ocupada, ou 37,1 milhões de trabalhadores informais, contra 40% no trimestre anterior e 38% um ano antes.
Num sinal de condições ainda piores no mercado de trabalho, o rendimento real habitual sofreu a maior queda percentual da série histórica tanto no comparativo na margem quanto anual.
A queda sobre o trimestre anterior foi de 4,3%, enquanto sobre um ano antes o tombo foi de 10,2%, para uma renda média de 2.489 reais.
Segundo o portal 6 Minutos, a massa de rendimento real habitual ficou estável em ambas as comparações, a 219,2 bilhões de reais.




