O protelado leilão do 5G, que deve ampliar a rede e aumentar a velocidade das conexões por celular, culminou na sexta-feira (05) com o arremate das principais faixas de operação pelas maiores empresas de telefonia móvel do país – Claro, Vivo e Tim.
O certame ocorre com um ano de atraso devido as idas e vindas na regulamentação da nova tecnologia e do edital, entre elas obstáculos à atuação da Huawei na construção das redes por pressão do então presidente americano Donald Trump.
O governo deve receber cerca de R$ 9 bilhões, mais o compromisso de investimento de R$ 40 bilhões.
As três operadoras levaram o chamado filé do 5G, a frequência 3,5 GHz (gigahertz) que permitem velocidades de até cem vezes as do 4G.




