Ainda hoje, persiste o hábito masculino de procurar atendimento médico apenas diante de uma doença, o que pode ser prejudicial à saúde.
À questão cultural, soma-se o medo do diagnóstico de uma doença, o que colocaria em xeque a crença de uma suposta invulnerabilidade.
O foco no trabalho e o funcionamento dos serviços de saúde em horários que se chocam com o período do expediente também são fatores que afastam os homens dos consultórios.
“O homem é educado e tem toda a sua formação baseada em ser forte, não sentir dor, ser arrimo de família. Estamos pagando um preço muito alto por isso”, destaca Marlene Oliveira, idealizadora da campanha Novembro Azul e presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida.




