Em cinco meses de governo, Gilson de Souza já teve três chefes de gabinete.
Entre eles, um dentista e um empresário conhecido de Franca. Não conseguiram se manter longos períodos no cargo, principalmente por dois fatores: a dificuldade do prefeito em delegar funções e a instabilidade política do atual governo.
O primeiro a ocupar o cargo foi o dentista e administrador Marcos Haber. Amigo pessoal de Gilson, assumiu o cargo em janeiro e deixou em 20 de fevereiro para tapar outro “buraco”: a presidência da Emdef, de onde Wanderlei Cintra pediu exoneração em caráter irrevogável.
Quatro dias depois, assumiu a chefia de gabinete o empresário Agostinho Ferreira, ex-proprietário da antiga Calçados Ravelli. Permaneceu até o dia 29 de maio, quando pediu exoneração “por motivos profissionais”.




