Uma startup belga planeja testar tecnologia na Lua até 2025 com a ajuda da Agência Espacial Europeia (ESA)
Os primeiros dez metros de profundidade da superfície lunar poderiam fornecer oxigênio suficiente para sustentar todas as 8 bilhões de pessoas na Terra por um período de 100 mil anos.
É o que avalia o pesquisador e professor em Ciência do Solo da Universidade de Nova Gales do Sul, Austrália, John Grant, ao analisar as informações de estudos realizados ao longo de anos sobre a composição da superfície da Lua.
Segundo Grant, a Lua tem uma atmosfera fina, composta principalmente de hidrogênio, néon e argônio, o que não ajudaria os humanos.
Porém, dentro dessa superfície composta por rocha e poeira, conhecida como regolito, há uma porção imensa de oxigênio para ser extraída.




