A ideia de colocar produtos semi-novos ou usados mesmo para a venda já deixou de ser algo restrito ao conceito de brechó
Todo ano a revista de tecnologia, consumo e empreendedorismo “Fast Company” cria uma lista cobiçada: a das 50 empresas mais inovadoras do mundo.
Ela serve de referência para pensar esse consumo para os próximos anos. Dentro dessa lista, uma das áreas mais cobiçadas é a da moda, que atualmente é um mercado de 100 bilhões de dólares por ano.
Aborda da ascensão do fast-fashion no mundo todo até a conscientização de boa parte dos consumidores no que se refere a matérias-primas utilizadas, além de fontes de energia e mão-de-obra adotadas, muita coisa mudou nos últimos tempos.
Inclusive o questionamento da quantidade e da maneira como se consome roupas. E é aí que entram as empresas que trabalham com peças usadas – e estão em vertiginosa ascensão.




