
Enquanto em Franca o Ministério Público ainda está na fase de apuração de um possível cartel de preços dos combustíveis por parte dos postos, em Ribeirão Preto a investigação está mais adiantada.
Tanto o Ministério Público quanto a Policia Civil já iniciariam inquéritos diante da evidencia de que os preços são combinados entre os donos dos estabelecimentos, de forma a não permitir que os consumidores tenham opção de livre escolha, como prevê o Código de Defesa do Consumidor.
Depois de entrar no alvo de um inquérito civil do Ministério Público, a suspeita de um acordo para formação de preços nos combustíveis nos postos de Ribeirão Preto (SP) motivou a abertura de uma investigação criminal na Polícia Civil.




