O número de investidores brasileiros com posições em criptomoedas dobrou entre 2020 e 2021, de acordo com pesquisa realizada pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EESP/FGV).
Feito em parceria com o University Blockchain Resarch Initiative (UBRI) e a gestora Hashdex, o estudo ouviu 576 pessoas da base de clientes de escritórios de agentes autônomos entre fevereiro e março deste ano.
Segundo o portal 6 Minutos, os resultados revelam que 12% dos participantes iniciaram aportes de 2016 para trás e 38% adquiriram suas primeiras posições nesta classe de ativos entre 2017 e 2019.
A metade restante entrou neste ano e no anterior. O objetivo do levantamento, segundo os autores, é mapear o perfil dos investidores, entender suas diferenças sistemáticas e testar hipóteses de finanças comportamentais.




