A Pastoral do Menor presta um serviço essencial à população de Franca, mais especificamente no Jardim Aeroporto III. Atende a 150 crianças, no contraturno escolar, evitando que elas tenham contato com a criminalidade e fiquem com tempo ocioso.
É um trabalho de excelência, no aspecto social e educacional, que contempla a parte didática, de lazer, prática esportiva e de cidadania. Porém, tudo isso está sob risco de acabar por inércia da administração municipal, que tem à frente o prefeito Gilson de Souza.
A Pastoral do Menor e Família, comandada pelo padre Ovídio, que é presidente do Conselho Diretor, tem enfrentado uma verdadeira via sacra, desde o início da atual gestão, para conseguir fazer valer seu direito de receber subsídios para continuar um trabalho de acolhimento que, em tese, deveria ser ofertado pela própria Prefeitura.
A humilhante situação foi explicitada em uma nota pública, assinada por padre Ovídio. Ele afirma que, em 23 de dezembro do ano passado, foi publicada a lei 8463/2016, autorizando o poder público a conceder as subvenções à Pastoral e a outras entidades sem fins lucrativos.




