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​Prazo para vendedores irregulares se esgota, mas Prefeitura continua omissa

O prazo dado para regularização acabou há mais de dez dias, mas Gilson não toma qualquer providência

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No último dia 31 de maio, o prefeito Gilson de Souza (DEM) se reuniu com um grupo de vendedores ambulantes, em seu gabinete, para procurar uma solução que desse fim à “invasão” promovida por eles em toda a cidade, mas principalmente na região central, nas praças Nossa Senhora Conceição e Barão.

Na oportunidade, Gilson acenou com a criação de uma associação, que teria o respaldo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e buscaria a legalização dos vendedores. 

O prefeito deu, então, o prazo de um mês para que eles se organizassem, mas não disse o que haveria após esse prazo. 

E o tempo se encarregou de dar a resposta: o prazo acabou há mais de dez dias e Gilson não tomou qualquer providência, tanto que a cada dias mais e mais pessoas vêm de lugares variados para vender seus produtos em Franca.

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A reunião com os camelôs ocorreu, aparentemente, de forma providencial, pois foi um dia após ser protocolado um pedido de impeachment contra Gilson, pelo radialista Marcelo Bomba, que o acusou de estar sendo omisso em relação aos ambulantes e que eles, trabalhando na ilegalidade, lesam a arrecadação do município.

O pedido de impeachment acabou engavetado e desde então os ambulantes continuam a ocupar espaços públicos de Franca.

Eles não dão qualquer retorno ao município e atrapalham os comerciantes formais, que recolhem seus impostos. 

Ao que consta, associação alguma foi criada até o momento.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região