A paisagem da zona rural na região de Ribeirão Preto é praticamente monocromática. Para qualquer lugar que se olhe, o cenário é o verde das lavouras de cana-de-açúcar por todos os lados.
Mas, se procurar bem, esse mesmo cenário “esconde” chaminés de antigas usinas ou mesmo prédios inteiros, totalmente inativos.
Seja por causa da crise, da mudança na regulamentação do setor ou mesmo por uma opção dos grupos sucroenergéticos, essas usinas de açúcar e etanol se tornaram estranhas à paisagem.
Há ao menos seis exemplos só na região de Ribeirão Preto, mais tradicional polo de produção de açúcar e etanol do país e autointitulada “capital do agronegócio”, que hoje não tem nenhuma usina moendo cana. A última que operou na área, a Galo Bravo, já não funciona há seis anos, desde uma aventura mal sucedida que teve o empresário Ricardo Mansur (ex-Mappin e Mesbla) no comando.




