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​Emirados Árabes aumentam em 15% compra de sapatos brasileiros, diz Abicalçados

Receita gerada para as empresas nacionais com as compras do país árabe foi de US$ 19,6 milhões

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Em volume houve aumento de 12,8% nas importações dos Emirados na mesma comparação, com 1,8 milhão de pares adquiridos (Foto Arquivo JF)

Os Emirados Árabes Unidos aumentaram em 14,8% as importações de calçados fabricados no Brasil de janeiro a novembro deste ano sobre o mesmo período do ano passado, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (15) pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). 

A receita gerada para as empresas nacionais com as compras do país árabe foi de US$ 19,6 milhões. Em volume houve aumento de 12,8% nas importações dos Emirados na mesma comparação, com 1,8 milhão de pares adquiridos.

A Arábia Saudita é o outro país árabe que está na lista dos 20 maiores importadores do calçado brasileiro, mas ela diminuiu as suas compras do produto no acumulado dos onze primeiros meses do ano. 

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O recuo foi de 2,6% em receita e de 3,2% em quantidade. Os sauditas gastaram US$ 19,5 milhões com importações de sapatos fabricados no Brasil e receberam 2 milhões de pares. O país é o 13º maior importador do setor e os Emirados são o 12º no ranking por receita.

No geral, houve queda de 11,3% nas exportações brasileiras de calçados de janeiro a novembro. O faturamento que as vendas internacionais rendeu para as indústrias foi de US$ 840,8 milhões. 

Também houve recuo em quantidade, de 7,2%, com 106,4 milhões de pares embarcados ao exterior. Em novembro, individualmente, porém, as exportações do segmento cresceram 4,7% sobre outubro em receita, para US$ 74,3 milhões, e 2,2% em pares, com 9,8 milhões. Sobre novembro de 2014, o avanço foi de 1,1% em valores e de 1,5% em volume.

No acumulado do ano, o maior comprador de calçados brasileiros no exterior foram os Estados Unidos, seguido por Argentina, Bolívia, França, Paraguai, Colômbia, Angola, Chile, Peru, Austrália e Reino Unido. 

Depois, vieram Emirados e Arábia Saudita. Os norte-americanos compram um valor bem superior aos demais destinos: US$ 173,9 milhões

Cesar Colleti

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