Dos anos 1971 a 1988, as empresas e outros órgãos públicos depositavam dinheiro no Fundo PIS/PASEP para cada um dos seus funcionários. Ou seja, individualmente, os funcionários possuíam contas no Fundo.
Porém, o saque, assim como no FGTS, não poderia ser feito a qualquer momento, apenas no caso de aposentadoria, doença ou completando 70 anos de idade.
Em 1988 houve uma mudança em relação ao depósito no Fundo. Mas, muitos trabalhadores não retiraram os valores que estavam nos seus Fundos. Até hoje, mais de R$ 23,5 bilhões não foram resgatados.
O valor do Fundo PIS/PASEP é retirado de forma única, zerando a conta. E, desde 2019, a Caixa Econômica Federal é responsável por este valor, assim como seu pagamento aos trabalhadores.




