A angústia de uma família acabou na semana passada em Franca, após a confirmação pelo Instituto Médico Legal (IML) de que o corpo encontrado carbonizado em um matagal, em abril deste ano, é do autônomo Luiz Antônio da Silveira, de 53 anos.
Com o exame de DNA, os familiares puderam, finalmente, sepultá-lo, mas o drama permanece. Três meses após a morte, a Polícia Civil não esclareceu o caso, e a irmã pede agilidade na investigação.
“Eu esperava que fosse ser esclarecido com mais rapidez, porque existe, sim, alguma suspeita”, diz a doméstica Sônia Aparecida da Silveira.
O delegado Márcio Murari, responsável pelo caso, nega que haja lentidão e diz que a confirmação da identidade do corpo é fundamental para avançar na investigação.




