Para chegar a Tours, onde obteve o primeiro lugar no Salão Internacional do Queijo da França, o queijo senzala, produzido em Sacramento (cidade mineira a 105 km de Franca), teve que viajar clandestinamente na bagagem da produtora rural Marly Leite.
“Não existe lei que permita a maturação que utilizo”, explica a produtora.
Apesar da medalha Super Ouro, prêmio máximo do salão realizado no mês passado, Leite trava uma batalha para vender o queijo produzido na fazenda Caxambu legalmente fora das divisas de Minas Gerais.
Veja a notícia da premiação, publicada com exclusividade pelo Jornal da Franca:




