A lei que regulamenta os cargos comissionados da Prefeitura de Franca prevê que o chefe do Poder Executivo, o prefeito Gilson de Souza (DEM), conte com o assessoramento direto, em seu gabinete, de sete servidores públicos comissionados.
Entre os sete, dois deles obrigatoriamente têm de ser servidores concursados, efetivados no serviço público. São as funções de Atos Oficiais e de Transporte – no caso, o motorista do prefeito Os escolhidos receberão de 20% a 30% a mais nos salários, as chamadas FGs – Funções Gratificadas.
Os demais cargos são de livre escolha do prefeito e pode ser escolhida qualquer pessoa. Nem é necessário, por exemplo, que more em Franca ou que tenha determinado nível acadêmico. Para ser nomeado, basicamente basta que não tenha condenações criminais pela Justiça.
Estão incluídos nessas funções o Chefe de Gabinete, o responsável pela recepção e atendimento, um chefe de Segurança e Transporte, um chefe de Expediente e Registro e o coordenador de Assuntos Parlamentares.
Já o vice-prefeito, Professor Frank (DEM), tem uma estrutura mais modesta. Pode nomear duas pessoas: uma para fazer a recepção e atendimento e um outro para seu assessoramento direto, ambos de livre nomeação do vice.
O Fundo Social de Solidariedade tem uma estrutura de quatro servidores, todos comissionados e de livre escolha da presidente do Fussol, a primeira-dama, Cida de Souza, que são os chefes da divisão de gabinete, de Expediente e Registro, um assessor direto e um responsável por Projetos Especiais.



