Por
conta de diversos fatores, os consumidores estão mais seletivos e o
comportamento muito mais do que outrora, está voltado para onde e como investir
melhor o dinheiro que ganham. É claro que a crise tem um papel importante neste
cenário. O mais barato deu lugar para o que, agora, é melhor para todos.
Segundo
Gabriel Rossi, professor da ESPM e especialista em marketing, as marcas
precisam acompanhar esta mudança no padrão do consumo. “ Não basta ser
diferente, é necessário evoluir e entender que nada mais é garantido. O novo
consumidor agora quer ser surpreendido e ser levado para novos territórios”,
destaca.
Atualmente,
as pessoas desenvolvem suas próprias características, reconstroem uma
identidade. O sentido de liberdade também mudou não está mais no físico e sim
na mobilidade que o bem recém adquirido proporciona. Afinal, hoje, consumir é
mais ser do que ter.
Os
consumidores optam por permanência tanto a respeito de temas importantes como
também os triviais, pois é dessa forma que ele se sente representado. “ As
pessoas mantêm expectativas por futuras utilidades que chegam como forma de
criatividade, inovação, confiança e liderança”, revela Rossi.




