O Tribunal de Justiça de Goiás derrubou uma liminar (decisão provisória) que obrigava o Facebook a tirar do ar vídeos da necropsia do cantor Cristiano Araújo, morto em acidente de carro em 2015.
No fim de julho, a liminar foi suspensa sob a justificativa de que o monitoramento prévio de conteúdo postado em redes sociais equivale a censura, proibida pela Constituição brasileira.
Segundo Rafael Maciel, advogado da família do cantor, o tribunal cometeu um erro técnico -ele afirma que havia pedido o bloqueio de “hash”, que é uma forma de identificar um conteúdo sempre que é postado, como uma “impressão digital” virtual, e não a censura prévia.
Assim, sempre que alguém tentasse fazer upload de um dos vídeos, ele seria identificado automaticamente.




