Ao mesmo tempo em que transformou o CDP de Franca em presídio, o governador Geraldo Alckmin deu mais um tiro no pé no quesito segurança pública.
Rompeu o contrato com a empresa dona das tornozeleiras eletrônicas utilizadas pelos detentos no Estado de São Paulo, deixando pelo menos sete mil condenados sem monitoramento.
Isso inclui mais de 4.500 detentos do regime semiaberto que deixam as unidades prisionais para trabalhar de dia e ainda os cerca de 2.500 monitorados durante as saídas temporárias – como no Dia dos Pais, que está próximo.
Por ora, o Estado não tem previsão de quando o serviço será normalizado. Não se sabe também se os juízes impedirão detentos de deixarem a prisão por falta do aparelho. É certo, porém, que atingirá o próximo final de semana.




