Com o passar dos anos, jovens deixaram de se interessar no trabalho de sapateiro
Nos anos 70, 80 e até no início do século 21, grande parte dos jovens de Franca começavam as suas atividades profissionais na indústria calçadista.
É comum conversar com empresários, advogados, artistas ou comerciantes com mais de 50 anos que tenham passado pelas esteiras das fábricas francanas.
Um exemplo clássico é a dupla Rionegro e Solimões, que se conheceu quando trabalhava em uma fábrica de sapatos e cantava durante os intervalos.
Porém, com o passar dos anos e o crescimento de outras atividades econômicas, como os setores comercial e de serviços, além da área da tecnologia, as novas gerações passaram a não ter mais o mesmo interesse pela atividade calçadista.




