Representante da plataforma da base das Centrais de Energia e movimentos de “esquerda”, Fábio Carvalho concedeu entrevista coletiva à imprensa ontem, na sede do Simpro-Minas de Uberaba.
Ele é o autor da ação que visa barrar a venda das quatro hidrelétricas da Cemig localizadas no Triângulo Mineiro (Volta Grande, em Miguelópolis, Jaguara em Sacramento/Rifaina, além de Miranda, em Indianópolis – Minas e São Simão, na divida de MG com Goiás).
A ação, que também é patrocinada pelo Sindieletro, será julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 22 de agosto, sendo o leilão programado para 30 de setembro.
À Justiça, os proponentes da ação apontam quatro itens que tornam o processo ilegal. Primeiramente, a insegurança jurídica em torno do processo, porque a Cemig fechou um contrato em 2003 que previa a possibilidade de prorrogação.




