A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) vai propor nas próximas horas a abertura de uma câmara de conciliação com o governo federal para tentar acordo sobre o controle das hidrelétricas Jaguara (Rifaina), Volta Grande (Miguelópolis), São Simão (divisa com Goiás) e Miranda (Indianópolis).
Com a abertura oficial de conciliação, a estatal mineira espera conseguir o adiamento do julgamento, marcado para esta terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF), do recurso que apresentou pedindo a suspensão do leilão da usina de Jaguara.
A estatal corre contra o tempo para impedir o leilão, previsto para setembro. A briga judicial da Cemig com a União, envolvendo a concessão de quatro usinas, está no centro do debate sobre o cumprimento da meta fiscal desse ano.
A equipe econômica incluiu nas contas de 2017 a previsão de arrecadar R$ 11 bilhões com a venda das usinas e já avisou que não vai suspender o leilão para não correr o risco de descumprir a meta.




