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Preço do leite e dos derivados dispara e pesa no orçamento dos consumidores

A produção de leite veio apresentando uma queda desde o mês de abril, no entanto, neste mês de julho ficou mais acentuada.

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Um dos principais itens que contribuíram para a alta da cesta básica no mês de junho, o preço do leite disparou nas prateleiras dos supermercados da região, nas últimas semanas, e já está pesando no orçamento dos consumidores.

Segundo dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o preço do leite, acompanhado da manteiga, teve alta variando entre 3,23% a 23,9%.

Derivados também sofrem reajustes

Além do leite, seus derivados também sofreram reajustes que estão pesando no bolso do consumidor.

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Produtos como queijo, requeijão, bebidas lácteas e iogurtes já estão com preços mais altos e, como forma de economizar, tem consumidor evitando incluí-los na lista de compras.

Fatores que contribuíram para a alta

Diversos foram os fatores que, “coincidentemente”, contribuíram para a alta no preço do leite integral.

O problema teve início há mais de 30 meses, ainda antes da pandemia, com o abate indiscriminado de fêmeas leiteiras, e agravando no pós-pandemia com o aumento da soja, milho, polpa de laranja, combustível, além de insumos como fertilizantes, vacinas, medicamentos e sal.

O leite foi dos últimos a manter o preço até começar as altas. Para se ter ideia, a tonelada de soja que custava R$ 900 reais hoje custa R$ 3,3 mil e a tonelada de milho que era R$ 700 reais está custando até R$ 1,5 mil.

Além disso, a produção veio apresentando uma queda desde o mês de abril, no entanto, neste mês ficou mais acentuada.

(Com informações do portal Diário do Vale)