A represa da hidrelétrica de Furnas permitiu a criação do “Mar de Minas”, que se tornou a base da economia de 34 municípios do entorno. Mas, quase sete décadas depois, o complexo enfrenta um desafio para se manter como um dos principais pontos turísticos do estado de Minas.
A tragédia de janeiro, quando a queda de uma rocha em um dos cânions mais visitados do lago vitimou 10 pessoas, e um acidente entre barcos que resultou em mais duas mortes, em junho, trouxeram tristeza e comoção.
A comunidade luta para dar a volta por cima e demonstrar que os cânions, que fazem pulsar a economia da região, não podem ser motivo de medo. O esforço é apoiado por inquérito da Polícia Civil, que concluiu que o incidente em janeiro resultou de um evento natural, atestando não ter havido negligência com a segurança.
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