O vereador Adermis Marini (PSDB), autor de Projeto de Lei, em conjunto com Donizete Mercúrio (PSDB), que torna transparente a fila de cirurgias eletivas em Franca e foi vetado pelo prefeito Gilson de Souza (DEM), disse que lutará até o fim para que a iniciativa se torne lei.
A Câmara dos Vereadores fez sua parte e derrubou o veto do prefeito, que agora terá somente dois caminhos: respeitar a decisão do Poder Legislativo e colocar a ideia em vigor ou entrar com uma ADIN – Ação Direta de Inconstitucionalidade.
A justificativa do prefeito para vetar o projeto foi de não podem ser divulgados dados pessoais dos pacientes que aguardam na fila – alguns há quase dez anos. Os vereadores disseram que o único dado divulgado para controle dos próprios pacientes seria o cartão do SUS. Ainda assim, Gilson vetou.
“O projeto visa dar transparência e acabar com o “fura-fila”, que são os favorecimentos. A ação do agente público deve ser direcionada para diminuir a fila, buscando recursos para cirurgias. A transparência é obrigatória em todos os atos da Gestão Pública”, disse Adermis, que afirmou que vai acompanhar de perto a tramitação na Prefeitura.



