Black Friday: na disputa da atenção do consumidor com a Copa do Mundo, varejo saiu perdendo (Foto: Leandro Fonseca/Exame)
Esperança de melhora dos números do varejo, a Black Friday de 2022 pode ter sido um banho de água fria, ao menos se considerados dados do comércio on-line.
A data é considerada uma das mais importantes para o setor, e a expectativa era de que poderia gerar um volume de vendas maior que em 2021, dando fôlego ao resultado das empresas, especialmente as grandes varejistas como Magazine Luiza, Via e Americanas.
Mas, pelas primeiras parciais, os campeões de venda foram os itens de menor tíquete médio, como alimentos e bebidas.
Na ponta dos itens de maior preço, o destaque positivo é apenas para TVs: em unidades, a venda do produto cresceu 51% em novembro e 31% em outubro.




