Pesquisadores de Franca iniciaram testes com um adubo feito com resíduos da cana-de-açúcar que promete ampliar em até 20% a produtividade e reduzir os impactos ambientais do cultivo de café.
Desenvolvido por uma empresa de inovação em biotecnologia de Uberlândia (MG), o fertilizante ficará por quatro anos em estudo em uma fazenda experimental da Fundação Prócafé, instituição privada que desenvolve pesquisas e difusão de conhecimento para a melhoria das técnicas cafeeiras há 40 anos.
O material a ser testado foi desenvolvido pela Geociclo, que está há cinco anos no mercado e já desenvolveu 250 formulações para diferentes culturas. O produto consiste de um adubo organomineral, ou seja, composto por um determinado tipo material orgânico combinado com nutrientes como potássio e nitrogênio.
A matéria-prima usada é a “torta de filtro”, resíduo proveniente da extração do caldo da cana nas usinas, submetido a um processo químico de bioestabilização.




