A partir de janeiro de 2023, os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que devem comprovar que estão vivos por meio da conhecida Prova de Vida podem ficar ‘livres’ do procedimento.
O órgão publicou uma portaria com as mudanças para aposentados, pensionistas e outros beneficiários, tornando o procedimento automático, por meio do cruzamento de informações de bases de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e de outros órgãos públicos federais, estaduais e municipais.
O INSS vai fazer um cruzamento de informações para confirmar que o titular do benefício realizou algum ato registrado em bases de dados próprias da autarquia ou mantidas e administradas pelos órgãos públicos federais. Uma votação em Eleições, por exemplo, pode servir como prova de vida do segurado.
Poderão ser utilizados como prova de vida registros de vacinação, consultas no Sistema Único de Saúde (SUS), comprovantes de votação nas eleições, emissão de passaportes, carteiras de identidade ou de motorista, entre outros.




