A Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP) entende que o governo paulista precisa reavaliar o sistema de distribuição de aulas válido para o ano letivo de 2023, que privilegia carga horária semanal e não o tempo de atuação dos professores na rede pública.
“É preciso analisar bem se o novo modelo não desestimulará a permanência dos mais antigos e acabará provocando falta de profissionais em sala de aula”, pondera o presidente da entidade, Artur Marques.
Para determinar sua jornada de trabalho, os professores podem optar entre 40, 32, 24 ou 19 horas semanais. A partir de agora, a prioridade para a escolha das aulas em cada disciplina é daqueles que tiverem maior carga horária. Anteriormente, o critério válido era o tempo de serviço.
Solução deve ser consensual




