O prefeito Gilson de Souza (DEM) apresentou sua defesa por escrito na Câmara dos Vereadores. O documento, assinado pelo advogado Denílson Carvalho, busca desqualificar a denúncia feita por Marcelo Bomba, radialista francano, e dar explicações sobre as acusações.
Na primeira denúncia, de que o prefeito abre mão de receitas para o município ao não fiscalizar os ambulantes, que não recolhem impostos ou taxas, a defesa alegou que já existe um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta – que lhe garante prazo até seis de janeiro do ano que vem para resolver a situação.
Em tese, se o Ministério Público cedeu o prazo, não haveria razão para os vereadores pedirem sua cassação, muito embora os critérios de análise de tais comissões sejam muito mais políticos do que técnicos.
Além disso, a defesa alega que o Poder Executivo já protocolou um projeto de lei na Câmara mudando as atribuições dos fiscais sanitários para que eles possam exercer a fiscalização dos ambulantes.




