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Cavalo Apolinho que interrompeu Corridas Hípicas será sacrificado

Centenas de torcedores, de todos os clubes, lamentam desfecho trágico para animal do CHRC

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A Defesa Agropecuária deverá adotar o procedimento de praxe e sacrificar nesta quarta-feira (04), o cavalo “Apolinho” do Clube Hípico de Ribeirão Corrente, no qual foi constatado, por exames e contraprovas, a Doença do Mormo, também conhecida como Laparão. 

O exame confirmando a doença foi apresentado na noite desta terça-feira, em reunião da Liga das Corridas Hípicas Regionais (LCHR) quando foi declarado como campeão da temporada 2015, o Clube Hípico Areia (CHA), adversário do Ribeirão Corrente (CHRC), que havia ganho a primeira partida decisiva por diferença de 30 pontos, quando o campeonato foi interrompido. A notícia foi divulgada com exclusividade pelo Jornal da Franca, na noite de terça-feira, por volta de 21h. 

A Defesa Agropecuária interditou a Estância Antônio Montanher, em Ribeirão Corrente, onde Apolinho e a tropa do CHRC ficam hospedados, por 120 dias, tempo em que todos os demais cavalos deverão passar por exames que identificam o Laparão. 

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A LCHR considerou que 120 dias seria muito tempo para parar o campeonato, até porque não se sabe se novas infecções poderão ser detectadas na tropa, decidindo por méritos e pela vantagem que o Areia tinha, que o time de Cristais Paulista é o campeão da temporada. 

O sacrifício de Apolinho é irreversível e ocorre nesta quarta-feira. A Doença do Mormo não tem cura, causa feridas e muita dor ao animal, além de ser transmissível para outros animais e, em casos mais extremos, contagiosa até para humanos. 

Cesar Colleti

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