No Brasil, cerca de 35% da população sofre com o problema de esteatose hepática – foto Freepik
É fato notório e amplamente constatado pelos consultórios médicos: a humanidade está sendo cada vez mais empurrada para uma vida agitada, sem tempo de alimentação ou de práticas saudáveis, como atividade física, por exemplo.
E uma das maiores consequências é o surgimento de cada vez mais casos de doenças crônicas, uma delas, a esteatose hepática, ou gordura no fígado.
Autoridades mundiais de saúde afirmam que quase dois bilhões de pessoas sofrem com a doença, que começa sem apresentar sintomas, mas se não cuidada do modo correto, pode desencadear problemas mais graves como doenças cardíacas, AVC e até mesmo o câncer.




