A Colômbia ocupa a quarta posição nas exportações brasileiras de calçados. Empresas daquele país adquiriram componentes por quase 6 milhões de dólares durante o primeiro semestre deste ano, com um crescimento superior a 30% face ao mesmo período do ano anterior.
“O que tivemos em 2022 foi atípico, um movimento forte de retomada da demanda após a pandemia. Somando os dados à pausa na China e ao aumento dos custos de frete, tivemos resultados muito expressivos, principalmente para a América Latina. A tendência que temos percebido é de ajuste, tanto que estamos nos mesmos patamares registrados na pré-pandemia”, relatou Luiz Ribas Júnior, gerente de Mercado Internacional da Assintecal.
O dado positivo, segundo Luiz Ribas, é que os mercados conquistados durante a pandemia, na América Latina, continuam fortes. “É possível perceber que o trabalho foi muito bem feito nesses mercados, fidelizando clientes importantes”, concluiu.
O que se exporta
No total, as exportações do primeiro bimestre de 2023 das indústrias de insumos brasileiras associadas à Assintecal são compostas da seguinte forma:
químicos para couro, 36 milhões de dólares, 4% a mais que no mesmo período de 2022;
couro, com 9,86 milhões de dólares;
e produtos químicos para calçados (colas e similares), com 7,13 milhões, 7% a mais que no primeiro bimestre do ano passado.
Também estão incluídos nesta lista laminados, solados e palmilhas sintéticas.



