O perfil da economia na cidade de Franca tem sofrido alterações ao longo das últimas décadas. O calçado, que antes era a primeira profissão da maioria dos jovens, tem ficado em segundo plano e outras profissões têm conquistado a preferência dos novos profissionais. Desta forma as fábricas encontram dificuldades para contratar profissionais especializados em sua linha de produção.
Marcelo tem 15 anos e já definiu em que área vai atuar profissionalmente. Ele faz curso de torneiro mecânico, com duração de dois anos, e pretende após o ensino médio estudar engenharia da produção. “Meu pai é cortador de calçados e conseguiu dar o melhor pra gente até hoje, mas para isso muitas vezes teve que trabalhar sábados domingos e feriados e também a noite toda. Eu quero seguir outro caminho”, disse.




