A Comissão Processante da Câmara deverá arquivar a denúncia contra o prefeito Gilson de Souza (DEM).
A argumentação seria a de que as acusações iniciais, que motivaram a abertura da CP, não sustentam a pena de cassação de mandato ao prefeito.
A comissão foi aberta após denúncia de Marcelo Bomba relativa à presença de vendedores ambulantes atuando de forma indiscriminada em Franca e sem qualquer fiscalização, uma vez que os fiscais de Obras e Posturas conseguiram na Justiça o direito de não executar este serviço.
A Prefeitura firmou um Termo de Ajuste de Conduta com o Ministério Público, em junho último, se comprometendo a resolver o problema. Mudou a atribuição dos fiscais sanitários, que terão os salários aumentados e a incumbência de fazer este trabalho. Em tese, a denúncia se esvaziou.




